Já faz tempo desde que a palavra coach era apenas o sinônimo em inglês de técnico ou treinador. Hoje, se você usar esse termo em alto e bom som pelas ruas do país, é provável que a maioria das pessoas à sua volta suponham que se trata do “profissional que utiliza das ferramentas presentes na metodologia de desenvolvimento e maximização de performance humana, conhecida como coaching”, segundo a Sociedade Latino-americana de Coaching.

Ainda segundo a instituição, o papel do coach é “apoiar o cliente durante o processo para que possa alcançar as metas determinadas por ele”. E, por metodologia, eles entendem "a compreensão do passado e do estado atual do indivíduo por meio de sessões regulares, normalmente seguindo uma programação semanal”.

O papel do coach é apoiar o cliente no processo de alcance de metas determinadas por ele

Mais que chuchu na serra
Agora, voltando à realidade, o que vemos por aí é que existem coachs especializados em quase tudo o que se possa imaginar: nutrição, finanças, motivação, organização, estudos... talvez a lista de temas seja infinita. Mas, com tamanha oferta, fica a dúvida: quem precisa mesmo de coach?

A resposta para essa pergunta pode ser tão vaga quanto a própria questão. Todas as pessoas e nenhuma pessoa. É que, você sabe, precisar (precisar mesmo) a gente só precisa de comida, água, algumas horas de sono e algum contato humano (se duvida desse último, pega a dica de filme: Na Natureza Selvagem). Todo o resto é variável e negociável.

A metodologia utilizada é a compreensão do passado e do presente por meio de sessões regulares

Você precisa mesmo de entretenimento e descanso? É comum, aqui no Brasil, acreditarmos que sim. Mas, no Japão, a cultura organizacional e local de hipervalorização do trabalho gerou Karoshi, um grave problema de saúde pública. Então, como saber se a ajuda profissional seria útil, necessária ou, mesmo, agradável?

Para esse último atributo, a única possibilidade é: tentar. Você só saberá se gosta ou não de fazer coaching se experimentar o coaching – assim como quase tudo nessa vida (lembra da sua mãe falando sobre como é errado odiar fígado sem nunca ter provado fígado? Trago verdades, ela estava certa, risos).



Autoconhecimento
Parece lugar comum nessa modernidade líquida (alô, Bauman!), mas o processo do coaching começa antes mesmo do primeiro contato com o profissional, quando você reflete sobre os seus obstáculos do dia a dia e pensa: eu preciso de ajuda! Quer um exemplo?

Essas lindas mãos que vos escrevem, caras leitoras (alô, Bentinho!), têm um problema gravíssimo, seríssimo (e todos os superlativos que couberem nesse caracteres) com prazos, horários, rotina e assiduidade. A ponto de atrasar duas horas no primeiro encontro com o amor da sua vida ou enrolar até não existir mais data para marcar a banca de TCC.


Você só vai saber se o processo é útil no seu caso se tentar


É ou não é um caso para o Batman, quero dizer, para uma ajuda profissional e qualificada?! Em casos como esse nosso exemplo quase fictício, mas real, é claro que muita terapia é fundamental para lidar com questões emocionais mais profundas. O diferencial do coach é que a metodologia e as ferramentas te auxiliam a lidar com dilemas urgentes, como entregar uma monografia imediatamente ou jogar fora quatro anos de graduação.

Os efeitos são igualmente duradouros porque, uma vez que você aprende e pratica algo, dificilmente volta ao estágio inicial. Então, a dica para saber se, no seu caso, um coaching poderia ser útil é parar, olhar ao seu redor e pensar: existe algo em que eu possa e queria melhorar? Existe um hábito que se repete e me prende em um ciclo de frustração ou outro monstrinho sentimental?

Spoiler: sempre tem!

Ajudinha extra
E, além de profissionais capacitados e um atendimento personalizado, o que também funciona superbem é lançar mão de recursos práticos para acompanhar o progresso, orientar o caminho e não desanimar nos dias ruins.

Ferramentas, como o controle de hábitos, te ajudam a entender o que funciona e reavaliar estratégias

É por isso que o Volare Paper Planner traz as ferramentas mais completas do mercado. Sabe quando você leva os dados do seu aplicativo de calendário menstrual à ginecologista e ela diz que isso ajuda a entender melhor certos aspectos? É mais ou menos assim que funciona o casamento entre as ferramentas disponíveis no nosso planner e sua consultoria com um profissional.

Com o Controle de Hábitos, por exemplo, dá para entender que aquela escorregadinha que você deu na dieta na última quarta não foi algo tão grave. Afinal, um passarinho me disse que você deu check em “comer bem” durante todos os outros dias da semana!

Mas, também, é com ele que você vai perceber que sua estratégia para acordar cedo não está funcionando. Um dia em sete?! Hora de comprar um despertador novo, querida (rindo, mas é de nervoso).

E, para quem quer ir ainda mais longe, disponibilizamos no nosso canal do YouTube e no IGTV dicas da nossa super parceira, a coach Elen Lisboa, sobre como aproveitar melhor cada detalhe e cada ferramenta do seu Volare Paper Planner.

E aí, você precisa de um coaching hoje?!